Linha BASKEN - Antiparasitários | Konig Brasil

A linha BASKEN® de antiparasitários de amplo espectro da König tem ação em vermes redondos e chatos.

Os produtos Basken® Suspensão estão disponíveis em frascos de 20 ou 50mL nas versões Basken® Suspensão e Basken® Suspensão Plus 5.

Basken® Plus, Basken® Plus 20 e Basken® Plus 40 são disponibilizados em cartuchos com 4 comprimidos na MEDIDA CERTA para cães e gatos.

Confira abaixo a tabela comparativa da linha BASKEN.

Biblioteca Técnica | Coleção Atualização em Parasitologia

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Pesquisa veterinária | König

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Muito tem se falado das zoonoses transmitidas por animais de estimação. E essa preocupação é recorrente e justificada, dada a associação íntima e restrita entre o homem e os animais. Considerando a importância das infecções por helmintos intestinais de cães, muitos estudos têm sido feitos para estabelecer medidas de controle e profilaxia dessas parasitoses.
Um estudo completo e muito interessante feito por pesquisadores da Universidade de Berna, Suíça, e publicado na renomada revista Parasitology Research, buscou principalmente analisar a dinâmica da infecção por helmintos em cães (algo até então pouco estudado).

Coleção Atualização em Parasitologia | Vol. 1, nº 1, 2011

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Toxocara canis é um parasita comum em cães. Os vermes adultos vivem no intestinal delgado de seus hospedeiros, produzindo grande quantidade de ovos que são eliminados pelas fezes (ROBERTS & JANOVY, 1996). A infecção em cães pode ocorrer pela ingestão de ovos (contaminação ambiental), via transplacentária (período pré-natal) e via colostro de fêmeas previamente infectadas. No Brasil, T.canis é geralmente descrito como o segundo parasita mais encontrado nos estudos de prevalência de helmintos intestinais em cães, com taxas de ocorrência de 4 a 8,7% (OLIVEIRA et al., 2009; KATAGIRI & OLIVEIRA- SEQUEIRA, 2008; LORENZINI et al., 2007; VASCONCELLOS, BARROS e OLIVEIRA, 2006;). Fora do país, mais precisamente na Europa, esse ascarídeo é considerado o mais frequente em cães, inclusive em países com boas condições higiênico-sanitárias (SAGER et al. 2006; PULLOLA et al. 2006).

Coleção Atualização em Parasitologia | Vol. 1, nº 2, 2011

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Atualmente, percebe-se um movimento crescente na aquisição de cães e gatos como animais de companhia. Campanhas de incentivo à adoção de animais abandonados e o apelo emocional que um animal desperta têm grande influência sobre este crescimento nos dias de hoje. Porém, com esse grande número de animais de estimação convivendo com o ser humano, aumentam os riscos da transmissão de zoonoses. Além dos animais domiciliados, existem os cães e gatos errantes, que vagam pelas ruas das cidades e dificilmente recebem alguma vigilância para controle de doenças com potencial zoonótico. Para avaliar esses riscos, muitos trabalhos têm sido feitos no Brasil para investigar a ocorrência da presença de parasitas intestinais em cães e gatos, sendo encontrados na maioria deles, altas prevalências (LORENZINI et al., 2007; OLIVEIRA et al., 2009; LEITE et al., 2004; FARIAS et al., 1995).

Coleção Atualização em Parasitologia | Vol. 1, nº 3, 2011

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A relação próxima e os diversos usos dos animais de companhia fazem com que os cães e gatos compartilhem com o homem, de forma indesejada, 60 espécies de parasitas (MACPHERSON, 2005). Desses parasitas, pode- se dizer que entre os mais prevalentes em cães e gatos, estão os gêneros Toxocara spp., Ancylostoma spp. e Trichuris spp., que são relatados como os causadores da larva migrans cutânea e visceral.
Essas zoonoses ocorrem geralmente em crianças, principalmente devido ao brincar em locais públicos de lazer como praças, parques e areia da praia e pelo hábito de levar as mãos frequentemente à boca, o que facilita a infecção. Esses locais são também visitados por cães e gatos, que quando infectados, eliminam ovos e larvas dos parasitas no solo, expondo os freqüentadores ao risco de contrair zoonoses.

Coleção Atualização em Parasitologia | Vol. 1, nº 4, 2011

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Nas últimas décadas houve um aumento considerável de animais de companhia nos lares brasileiros. De acordo com dados da ANFAL PET (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação), estima-se que existam atualmente 34,3 milhões de cães e 18,3 milhões de gatos no país (ANFALPET, 2011). Porém, pode-se dizer que a principal mudança não foi na quantidade, mas na relação que esses animais mantêm com seus proprietários. Cada vez mais próximos a casa e a família, muitos cães e gatos acabam convivendo intimamente com o homem, partilhando com ele espaços antes proibidos, como sofá da sala ou a cama. Esse tipo de convívio gera uma maior preocupação em relação à higiene e saúde do animal, já que além de buscar o bem- estar do pet, deve existir uma preocupação crescente, por parte de proprietários e dos clínicos, com doenças que possam ser transmitidas por estes animais para os membros da família.

Coleção Atualização em Parasitologia | Vol. 1, nº 5, 2011

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Nos dias de hoje, a importância dos animais de estimação para os seus proprietários adquire contornos inéditos. Sabemos que não é de agora que existe essa relação, e que os pets vêm sendo utilizados praticamente para as mesmas “funções” desde o início da civilização, (ou até na época pré-histórica), mas só nas últimas décadas temos visto uma tendência maior das pessoas considerarem e tratarem seus pets como membros da família. Os pets hoje são muito mais importantes do ponto de vista social, apesar de ainda desenvolverem em muitas regiões as funções tradicionais, como caça e pastoreio, por exemplo, possuem uma relação intensa de amizade com a maioria das pessoas que mantém um animal de estimação em casa.

Coleção Atualização em Parasitologia | Vol. 1, nº 6, 2011

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As infecções parasitárias em cães são ocorrências comuns na atividade dos clínicos veterinários, sendo que o diagnóstico e o tratamento destas patologias correspondem a uma parte significativa dos atendimentos realizados nas clínicas brasileiras.

O tratamento profilático, principalmente dos animais jovens com até dois anos de idade, é uma prática amplamente difundida e adotada pela quase totalidade dos profissionais.

No entanto, existe uma grande controvérsia no que diz respeito a esquemas de tratamento. A despeito de várias formulações comerciais utilizadas no controle destas parasitoses preconizarem o tratamento de helmintoses gastrintestais em cães com dose única, observações preliminares indicaram que esta prática é ineficaz para um controle eficiente destas infecções.

 

Informe Técnico Especial

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